Lendo O livro Eclesiaste 17, sobre trabalho, riqueza, vaidade e felicidade, cheguei a uma
conclusão:
Sou vaidoso porque gosto de fazer bem o meu trabalho para as
gerações futuras. Sempre procurei
formação continuada através de minhas leituras selecionadas por mim ou
sugeridas por colegas. Hoje tenho como subsídio teórico Paulo Freire com todas
as pedagogias principalmente a do OPRIMIDO e Edgar Morin com A CABEÇA BEM
FEITA. Os sistemas de ensino não têm organização
nem interesse para formação continuada. Sou rico quando interajo e me aproprio
das ideias e cedo ideias. Fiz votos de
não ostentação. No entanto, lutamos por uma sociedade justa, sem miséria.
Por isso, é importante buscar
aquilo que pode nos proporcionar qualidade de vida. Não sou avaro. Seria muito bom(?) se fôssemos felizes. Infelizmente (?) a felicidade é uma busca
constante. Temos momentos de felicidade. Ela é boa.
Assim sempre estamos EM BUSCA DA FELICIDADE.
Queremos ser felizes.
Mas a felicidade incomoda alguns.
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