VÍDEO DA SEMANA

quarta-feira, 27 de março de 2013

PÁSCOA - TEMPO DE RENOVAÇÃO

COLETIVIDADE É A PALAVRA CHAVE PARA O BOM RELACIONAMENTO SOCIAL. A ESCOLA, NA MODALIDADE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTO, TRAZ CONSIGO UMA DEMANDA QUE NÃO REQUER A APRENDIZAGEM DA LEITURA PURA E SIMPLES, MECÂNICA, MAS A LEITURA DA CONSCIÊNCIA, DA REFLEXÃO DA ORIGEM E DA CONDIÇÃO DO SER SOCIAL E SUAS NECESSIDADES. 
A E.J.A NO LUIZ MARANHÃO FILHO COMEÇA COM BOA PERSPECTIVA. O TRABALHO DE HUMANIZAÇÃO DAS RELAÇÕES TEVE HOJE A EXIBIÇÃO DE FILME CUJO TEMA TEM RELAÇÃO COM RESSURREIÇÃO, COM RENASCIMENTO, COM FÉ E ESPERANÇA - AS AVENTURAS DE PI.
TEVE DISTRIBUIÇÃO DE CHOCOLATE, OVOS DE CHOCOLATE E PODE-SE VER UM BOM EXEMPLO DOS ALUNOS QUE SOUBERAM ASSISTIR AO FILME, CONCENTRADOS, COMPENETRADOS.














LIBERDADE

 FOTO DE: EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA DE LIBERDADE.


segunda-feira, 25 de março de 2013

PÁSCOA

UM NOVO TEMPO É ESPERADO NO LUIZ MARANHÃO. TEMPO DE SOLIDARIEDADE. TEMPO DE COMPARTILHAR. CONSTRUIR O CONHECIMENTO. RECEBEMOS A VISITAR DO DIRETOR E VICE NAS SALAS DE AULA: UM BOM SINAL.
MUITA TRANQUILIDADE E PAZ NESSE MOMENTO DE RENOVAÇÃO: PÁSCOA.
PRECISAMOS INVESTIR NO PEDAGÓGICO. PRÓXIMO PASSO.
 NUM CLIQUE, OS COLEGAS PROFESSORES ROBERTO BEZERRA DE GEOGRAFIA (CAMISA BRANCA) E RICARDO DE MATEMÁTICA (CAMISA PRETA). 
NOS CORREDORES MUITA PAZ. ALUNOS NAS SALAS.
QUERO PARABENIZAR OS COLEGAS PROFESSORES DO TURNO NOTURNO QUE CONSEGUIRAM ATRAVÉS DE MUITA LUTA ARGUMENTAR PARA O FUNCIONAMENTO DO TURNO.
HOJE ENTREGUEI MEU PROJETO DE LEITURA AO DIRETOR PARA QUE POSSA APRECIAR O QUE SE PODE CONSTRUIR COMO PROJETO DENTRO DE UMA ESCOLA. A PROPÓSITO DE ONDE DEVE SURGIR OS PROJETOS, ALUNOS E PROFESSORES,SUAS NECESSIDADES REAIS.

domingo, 24 de março de 2013

Escola, lugar de descoberta




Tema: Escola, lugar de descoberta 




Os projetos devem ser fecundos para os alunos. Temos que olhar o passado, mas não podemos esquecer o presente. Olhando com cuidado para o passado, percebemos no presente os passos que foram dados no sentido de promover ou eleger o aluno como um sujeito que faz história. Por isso, a escola é um fundamento que não pode ser substituído por outra coisa. Ela não pode perder  a sua essência em época de descrença.
A escola é um tesouro a ser descoberta pelos que estão no seu interior. A escola é uma mina de conhecimentos que precisa ser revelada em primeiro lugar aos doutores da educação, mestres, professores e alunos. Dizer que a escola não tem nada é apostar no fracasso da mina de conhecimentos. O tesouro será enterrado e os talentos removidos. Nesse sentido, impotente é quem defende a impotência da escola. 
Formam-se novas formas de injustiças quando associam o pobre com incapacidade, ser descartável do sistema.  Ele não é. Ele representa uma maioria produtora de riquezas simplesmente permanece nessa condição por imposição de um esquema político e econômico. Mas a reflexão  se inicia com uma questão escolar. E sobre ela temos que dar uma satisfação.
Uma escola que se inspira em Paulo Freire assume um novo comportamento diante das dificuldades. Jamais deixará de fazer o necessário, tendo em vista a promoção do aluno. A escola continua sendo o lugar de promoção humana. Lugar do despertar das raízes de todos e principalmente dos mais necessitados. Fazer parte dessa escola é motivo de felicidade.

Texto de Carlos Alberto Barbosa (Pedagogo)





sábado, 23 de março de 2013

Leitor da obra freiriana?


Leitor da obra freiriana?
*Roberto Rossellini
   Muitos educadores falam sobre Paulo Freire. Mas suas ações comprovam que nunca o compreenderam quando se dizem leitores do patrono da educação brasileira.
    Um educador que humilha o colega professor em público, não   compreende o que é educação libertadora. Um educador que enxerga a educação como mercadoria não compreende o propósito da educação libertadora. O educador que se submete a opressão da rede privada não conhece a educação libertadora.
A leitura de fragmentos da obra freiriana supostamente confere a determinados educadores a citação de fragmentos de fragmentos como se fosse a  totalidade.
Esse equívoco histórico promove uma educação escolar baseada na pura e simples transmissão do professor "conhecedor, detentor do saber".
Onde fica o leitor crítico nesse contexto? É possível cidadania sem olhar crítico? A que e a quem se destina a educação escolar? Preparar para o mundo globalizado que chega ao ápice da exploração do homem pelo "homem"? Elevar simultaneamente a economia do país e a miséria? Sucatear os serviços públicos que são direitos do cidadão e obrigação do Estado?
Qual a responsabilidade do professor nessa história? Torna-se leitor crítico para depois formar leitores críticos. Libertar-se do opressor e ao mesmo tempo libertar o opressor dessa condição.
Não é possível conviver com professor opressor de professor e subserviente ao seu opressor.
*Professor da Rede Pública

Educador de Jovens e Adultos



Educador de Jovens e Adultos


O professor da Educação de Jovens e Adultos tem a responsabilidade de conhecer a realidade da escola. Ele sabe que é necessário descer para o meio dos jovens e adultos e aprender a escutar também nossos jovens. Nossos alunos falam a partir do seu meio. Eles possuem uma linguagem, nós possuímos outra. A realidade causa impacto, ela é dolorosa e ao mesmo tempo desafiadora. Os maiores e melhores recursos não faltam na escola, o humano. Elaborar projetos sem a participação do aluno e suas necessidades significa reforçar a exclusão. A escola é também um campo de prática e de reflexão. Sendo assim, o aluno também constrói conhecimento, ele é capaz.
Um "objeto" a ser observado na escola é a prática educativa. Mas, observar a prática educativa dos outros é fácil. Cada um seja o observador de sua prática e descubra em que melhorar. Adotar o antigo discurso de que não tem recursos é querer sentar no banco e ver a chuva passar. Esse jeito não condiz com o compromisso político daqueles que estão na luta em defesa do bem comum. A escola não é lugar para endeusamento do individualismo, é lugar de promoção humana.
Texto do Professor Carlos Alberto Barbosa da Silva.